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Tugas 3
TESTES DE RESISTÊNCIA À TRAÇÃO - FIBRA DE COCO VERDE
A análise gráfica dos resultados de resistência à tração (RT) das fibras de coco verde tratadas com água destilada a 70 cm revela uma distribuição relativamente ampla, mas concentrada em torno de valores médios elevados. No histograma, observa-se que a maior frequência de resultados está entre 150 e 170 N, indicando que a maioria das amostras apresenta resistência dentro dessa faixa. Há também algumas ocorrências em níveis mais baixos (120–140 N) e outras em níveis mais altos (190–210 N), o que demonstra uma dispersão moderada dos dados. Essa variação pode ser atribuída a pequenas diferenças nas dimensões das fibras ou à heterogeneidade natural do material. O boxplot complementa essa leitura ao mostrar uma mediana próxima de 165 N, com o intervalo interquartílico entre aproximadamente 140 e 180 N. Os “whiskers” se estendem até cerca de 120 N e 210 N, revelando a amplitude total dos resultados. Dois pontos fora da faixa principal indicam outliers, correspondentes às amostras com resistência mais baixa e mais alta, respectivamente. De modo geral, os gráficos evidenciam que as fibras tratadas com água destilada mantêm boa resistência mecânica, com tendência central elevada e variação aceitável. A distribuição não é perfeitamente simétrica, sugerindo leve assimetria à direita, ou seja, há mais valores acima da média do que abaixo. Essa característica reforça que o tratamento não compromete a integridade das fibras, mas que existe variabilidade.